___________________________________________________________________________ ALASKA – MSC Poesia

Depois de alguns dias explorando Seattle - USA, em agosto de 2026, chegou a hora de trocar as ruas da cidade pelo mar. De malas prontas, embarcamos no navio MSC Poesia para uma viagem de sete dias pelas águas e terras do Alaska. E a aventura já começou com estilo: partimos de Seattle e seguimos rumo ao norte, em busca de paisagens cinematográficas, geleiras, montanhas e, quem sabe, ver alguma baleia ou algum urso disposto a posar para nossas fotos! 

E essa aventura ficou ainda mais especial porque tivemos o privilégio de contar, durante esses sete dias, com a agradável companhia dos nossos amigos aracajuanos. Uma turma querida, que tornou a viagem ainda mais divertida, com boas conversas, muitas risadas e aquela agradável sensação, porque uma paisagem bonita é ótima, mas com uma boa companhia fica muito melhor! 

A primeira parada foi Ketchikan, conhecida como a “capital mundial do salmão” e famosa por suas paisagens selvagens e pela forte herança indígena. 

Depois, seguimos para Icy Strait Point, um daqueles lugares que é pura natureza. Aqui o tempo e as condições climáticas já mudaram bastante. 

Daqui o MSC Poesia navegou até entrar no Tracy Arm, um daqueles fiordes que parecem ter sido desenhados pela natureza com a intenção de deixar qualquer um impressionado. 

Na sequência, chegamos a Juneau, capital do Alaska, cercada por montanhas e geleiras, cenário perfeito para confirmar que o Alaska realmente não estava para brincadeira e aqui o clima realmente mudou completamente, frio e chuvoso. 

Na volta, cruzamos novamente as águas do Pacifico Norte rumo a Seattle. Mas, antes tivemos uma parada internacional em Victoria, no Canadá. 

E o MSC Poesia foi nosso confortável “hotel flutuante” durante toda essa aventura. O navio combina restaurantes, bares, piscinas, teatro, entretenimento e muitos espaços para simplesmente relaxar enquanto as paisagens do Alaska desfilavam diante dos nossos olhos. 

Assim terminamos uma viagem que juntou o melhor de dois mundos: a energia urbana de Seattle e a natureza grandiosa do Alaska. Sete dias, quatro destinos e incontáveis paisagens para guardar na memória! 

Mas a viagem ainda estava longe de terminar: seguimos então para Las Vegas, porque depois de geleiras, montanhas e paisagens do Alaska, a melhor maneira de continuar a aventura era trocar o frio pela luzes, cassinos, agitação de Las Vegas e o calor do deserto de Nevada e do Arizona, no Grand Cánion! Veja roteiro aqui…

*QUANDO FOMOS

Em agosto de 2026, embarcamos no MSC Poesia rumo a uma aventura gelada pelo Alaska! Foram dias navegando por paisagens  cercados por montanhas, geleiras, florestas e aquela sensação de que a qualquer momento poderia aparecer um urso dando “oi”. Isso só na nossa imaginação! 

Agosto é um dos meses mais agradáveis para visitar o Alaska: é verão, com temperaturas geralmente amenas, dias bem longos e paisagens em seu auge. Nas áreas costeiras, o clima costuma ficar fresco, com temperaturas por volta de 10°C a 18°C, mas o tempo pode mudar rapidamente. Ou seja: casaco, chuva, sol e vento podem fazer parte do mesmo passeio! 

Entre o conforto e as diversões do MSC Poesia e as paisagens do Alaska, vivemos uma viagem daquelas que combinam cruzeiro, natureza selvagem e aventura no “fim do mundo”.

*ONDE FICAMOS

Durante nossa aventura pelo Alasca, nossa casa pelos mares do Pacífico Norte foi o navio MSC Poesia, mais precisamente na cabine 12166, com varanda. Um cantinho perfeito para descansar, apreciar as paisagens geladas e, claro, conferir se o frio lá fora estava mesmo de verdade! 

*O QUE FIZEMOS

Partimos de Seattle para Ketchikan, depois Icy Strait Hoonah, navegamos pelo Fiorde Tracy Arm, chegamos a capital Juneau, seguimos depois para Victoria, Canadá e, finalmente, retornamos a Seattle, fechando essa aventura com muitas histórias, muitas fotos e boas risadas. 

Foram sete dias de muita diversão e descobertas pelo Alaska, tendo o MSC Poesia como nossa casa, restaurante, espetáculos teatrais, bares, cassio e, musica ao vivo no Zebra Bar e no Pigalle Bar, com pista de dança! 

Além de aproveitar as atividades e diversões a bordo com shows, apresentações e jantar com os amigos proporcionou momentos agradáveis e descontraídos. 

Ainda tivemos uma programação ao desembarcar em quatro paradas em cenários tipicos do Alaska. A seguir, conto um pouco das atividades, das experiências de cada uma dessas paradas.

*Ketchikan

Depois de navegar pelas águas do Pacífico Norte, chegamos à nossa primeira parada: Ketchikan, conhecida como a “Capital Mundial do Salmão”. 

A cidade é pequena, tranquila, famosa por suas paisagens naturais, pela cultura indígena e, claro, pela enorme quantidade de totens espalhados pela região. Antes de explorar a cidade fizemos o passeio para o Parque dos Totens.

*Parque dos Totens

No Parque dos Totens, localizado numa reserva florestal, encontramos uma das marcas mais fascinantes dos povos indígenas do Alaska, os totens. Essas figuras não são simplesmente esculturas decorativas, eles contam histórias, representam famílias, ancestrais, animais e acontecimentos importantes dos povos originários do Alaska. 

Cada figura esculpida na madeira tem seu significado e ajuda a preservar a memória e as tradições desses povos. Passear pelo Totem Bight State Historical Park foi como entrar em um verdadeiro livro de histórias ao ar livre, só que escrito em enormes troncos de madeira! E olha que nos divertimos muito ao lado dessas figuas! 

Entre águias, corvos, ursos e outras figuras, fomos descobrindo um pouco dessa cultura tão rica e, claro, fazendo muitas fotos para registrar bem a visita! De volta a Ketchikan, tivemos tempo livre para explorar a cidadezinha. 

Já em Ketchikan, aproveitamos para caminhar sem pressa pelas ruas e explorar um pouco da cidade, porque viagem boa também tem aquele passeio sem compromisso, só para descobrir o que aparece pelo caminho e encontramos o famoso Ketchikan Creek.

*Ketchikan Creek

É um riacho de águas geladas que desce das montahas e passa dentro da cidade onde, na época da migração dos salmões, acontece um verdadeiro espetáculo da natureza. Milhares deles enfrentam a correnteza forte do rio para voltar ao local onde nasceram para reproduzir. Incrível, não é? 

A jornada é tão puxada e exaustiva que os salmões chegam ao limite de suas forças, enfrentando a correnteza das águas e pedras pelo caminho, muitos não conseguem e morrem. Essa migração rio acima é para cumprir a missão da reprodução. É a natureza mostrando que, no Alaska, até o peixe tem uma viagem de aventura! 

Depois de conhecer os totens e a aventura dos salmões, fomos explorar as ruas comerciais de Ketchikan, entrando nas lojinhas e, naturalmente, praticando aquilo que todo turista domina: procurar lembrancinhas! 

Seguimos pela charmosa Creek Street, com suas casinhas de madeira coloridas, que parecem ter saído diretamente de um cartão-postal. 

Também uma caminhada pelo cais da cidade, apreciando o movimento dos barcos e, de quebra, admirando MSC Poesia esperando por nós. Afinal, depois de andar por aqui, nada melhor do que voltar para o nosso “hotel flutuante” e partimos para a nova aventura em Icy Strait Point. 

*Icy Strait Point, Hoonah

Chegamos a Icy Strait Point, em Hoonah, aqui foi mais uma parada da nossa aventura pelo Alaska. O lugar é pequeno, cercado por muita natureza e com aquele jeitão de vilarejo perdido no meio de uma paisagem isolada da civilização. 

Nossa aventura começou com um passeio de teleférico, que nos levou por cima da floresta, proporcionando uma vista muito bonita da região. O percurso continua até um ponto ainda mais alto da montanha, mas, naquele dia, o mau tempo e a baixa visibilidade fizeram a gente tomar uma decisão muito sensata: ficar por ali mesmo! Afinal, subir até o topo para enxergar apenas uma grande nuvem branca não estava exatamente nos nossos planos. 

Depois do teleférico, colocamos as pernas para trabalhar e fizemos o retorno caminhando pela floresta. O caminho, cercado por árvores, vegetação e aquele silêncio característico da natureza do Alaska, foi uma boa experiência. 

A cada curva aparecia um novo cenário, e naturalmente surgia mais uma parada para foto, porque no Alaska até uma árvore com ninho de águia merece um ensaio fotográfico. E olha lá, todos tentando achar o ninho!

De volta à região do vilarejo, fomos explorar Icy Strait Point com calma, que é cheio de coisas interessantes para conhecer. O destaque é a antiga fábrica de conservas de salmão de 1912, hoje restaurada e transformada em espaço turístico, com museu, lojas de artesanatos, restaurantes e exposições sobre a história da pesca. 

Passeamos pelas lojinhas, conhecemos um pouco mais do local e caminhamos pela margem da baía, contemplando suas águas geladas e a paisagem ao redor. 

Foi um dia daqueles em que não precisamos de grandes atrações para nos divertir: um teleférico, uma caminhada pela floresta, um vilarejo com suas belas casinhas, água gelada e muitas paisagens já foram suficientes para deixar mais uma lembrança especial da nossa viagem pelo Alaska. 

Depois de explorar Icy Strait Point, agora era hora de trocar as caminhadas pelas paisagens vistas do navio e nos preparar para um dos momentos mais bonitos da nossa aventura pelo Alaska: a navegação entre montanhas, fiordes, cachoeiras e geleiras. E lá fomos nós rumos a Tracy Arm, de olho na paisagem e, principalmente, torcendo para o tempo colaborar! 

*Tracy Arm – O Fiorde Glacial

Depois de um dia explorando Icy Strait Point, voltamos para o MSC Poesia, tomamos uns drinques, jantamos, descansamos e passamos a noite navegando rumo à próxima aventura. Afinal, no Alaska, enquanto a gente dorme, o navio trabalha! 

Ao amanhecer, abrimos os olhos e o cenário já era completamente diferente. O MSC Poesia começava a entrar no Tracy Arm, um daqueles fiordes que parecem ter sido desenhados pela natureza com a intenção de deixar qualquer um impressionado. 

Montanhas enormes, paredes rochosas quase verticais que deixavam navios pequeninos nas águas profundas e geladas e, por todos os lados, aquele silêncio de natureza selvagem. 

E quanto mais o navio avançava por entre os desfiladeiros, mais impressionante ficava a paisagem... e mais, a temperatura parecia estar dizendo: “Bom dia! Trouxemos um pouco de frio para vocês!” O vento gelado apertava e sair para o deck começou a exigir coragem, casaco e gorro. 

Mas ninguém queria perder o espetáculo. Afinal, estávamos entrando cada vez mais fundo naquele gigantesco corredor de montanhas, seguindo em direção ao grande prêmio: lá no fundo do fiorde aparecia uma imensa geleira, cercada por neve, gelo e montanhas. 

O cenário era tão espetacular que, por alguns momentos, ninguém sabia se deveria fotografar, filmar ou simplesmente observar. E foi assim, entre um arrepio de frio, uma sequência de fotos e alguns “olha aquilo!”, que começamos nossa aventura pelo Tracy Arm. A natureza tinha preparado o cenário. A gente só precisava ficar quietinho e tentar não congelar! 

Depois de um bom tempo parados diante daquele espetáculo de montanhas e geleira, chegou finalmente a hora de seguir viagem. O MSC Poesia precisava se despedir do Tracy Arm e colocar o nariz novamente em direção ao mar aberto. 

Mas aí surgiu um pequeno detalhe: o fiorde era estreito demais. Então, o comandante resolveu mostrar serviço! O navio começou lentamente a fazer uma gigantesca manobra de 180 graus, girando praticamente no próprio eixo para conseguir mudar de direção rumo a Juneau, a capital do Alaska. 

*Juneau – Capital do Alaska

O MSC Poesia foi nossa estrada! Juneau é uma cidade cercada por montanhas, florestas, geleiras, pelo mar e não possui estrada ligando-a ao restante do continente. E o clima? Ah, o clima de Juneau merece um capítulo à parte! Por ali, o tempo muda com uma facilidade impressionante: frio, vento, céu fechado e aquela chuvinha fina podem aparecer sem pedir licença. Olha a situação na região do porto! 

Em outras palavras, em Juneau não se pergunta “vai chover?”; pergunta-se “quando?”. A cidade é bastante úmida e a chuva é uma presença frequente, mesmo durante o verão. O mau tempo nem sequer nos deixou vistar o centro! Mas, tivemos tempo para visitar a região do Mendehall. 

Vários passeios foram cancelados por causa das condições climáticas, a exemplo dos passeios de helicóptiro sobre o Glaciar Mendenhall e a navegação pelo Lago. Para completar, o céu continuava fazendo aquela cara de poucos amigos. 

Mas desistir? Nem pensar! Afinal, atravessamos meio mundo para chegar ao Alaska e não seria uma chuvinha gelada que iria nos colocar de volta no navio! Seguimos então para uma das atrações que conseguimos fazer: a Nugget Falls, uma impressionante cachoeira que despenca pela encosta da montanha e despeja sua volumosa queda-d’água no Lago Mendenhall. 

O acesso é feito por uma trilha relativamente tranquila, e o caminho pela floresta já é uma atração por si só. A cachoeira fica próxima ao glaciar e pode ser alcançada por uma caminhada de cerca de uma milha a partir do centro de visitantes. 

E lá fomos nós: casaco, capuz, chuva fina, vento gelado e muita disposição! A cada trecho da caminhada aparecia alguém perguntando: “É longe ainda?” e, naturalmente, ninguém sabia responder. Mas continuamos. Afinal, em viagem de grupo, uma das regras não escritas é: se alguém disser que falta pouco, todo mundo acredita! E não é que chagamos! 

Mesmo com o tempo fechado, chegamos bem perto da cachoeira e do lago, contemplando aquela paisagem espetacular. E, ao fundo, o Glaciar Mendenhall completava o cenário, cercado pelas montanhas e pela floresta. O glaciar é uma das principais atrações naturais de Juneau, e a região possui trilhas e mirantes para observar tanto o gelo quanto o lago. 

No fim, Juneau nos ensinou uma coisa importante: no Alaska, nem sempre o passeio acontece exatamente como planejamos, mas a aventura acontece de qualquer jeito! Passeios cancelados para algumas pessoas por causa do mau tempo, mas nosso grupo ganhou uma boa caminhada, tomou chuva, sentiu frio, deu boas risadas e ainda saíu com a sensação de dever cumprido. 

Ir ao Alaska é justamente isso: encarar o frio, o vento, a chuva e os imprevistos... e voltar para o navio contando que foi tudo maravilhoso! Depois desse dia bem típico da região, à noite partimos rumo a Victória, Canadá, deixando Juneau refletindo nas águas geladas do Alaska. 

*Navegação

Durante os dias de navegação, aproveitamos bastante tudo o que o MSC Poesia tinha para oferecer. De dia, participávamos das atividades, apresentações e atrações do navio; à noite, era hora de aproveitar o ambiente, conversar, rir e colocar o papo em dia. Um dos momentos especiais foi o jantar da “Noite do Capitão”, ocasião em que o grupo se reuniu, mais uma vez, para brindar e degustar com boa comida e aquele clima de celebração. 

E entre uma atividade e outra, também aproveitamos para relaxar nos bares do navio, saboreando bons drinques e colocando a conversa em dia. 

Bom mesmo era de ficar no Pigalle Bar, na popa do MSC Poesia, observando o navio deslizar tranquilamente sobre as águas do Pacífico Norte. 

Outro momento, era sentir o vento batendo no rosto, o mar se estendendo até onde a vista alcançava e o rastro branco deixado pelo navio desaparecendo pouco a pouco no infinito, era impossível não parar por alguns minutos e pensar: “Rapaz... nós realmente estamos no Alaska, Oceano Pacifico Norte, indo para Victória, Canadá!” 

*Victória - Canadá

Depois de deixar Juneau para trás, chegamos a Victoria, no Canadá, num final de tarde. Desembacamos e seguimos para uma breve visita ao centro da cidade. Victoria combina aquele ar elegante e histórico com um belo cenário à beira-mar. 

O famoso Inner Harbour, coração da cidade, reúne o waterfront, construções históricas, restaurantes, lojas e alguns dos cartões-postais mais conhecidos de Victoria, o parlamento. 

O problema foi um só, e dos grandes: tempo! E aí veio aquela velha realidade dos cruzeiros: você chega a uma cidade linda, olha para os lados, pensa em tudo o que gostaria de conhecer e descobre que precisaria de pelo menos mais uns dois dias! Victoria merecia muito mais tempo para ser explorada com calma. Mas não ficamos parados, corremos para visitar o principal do principal! 

Caminhar pelo Inner Harbour, conhecer melhor o centro histórico, apreciar a arquitetura, visitar seus jardins e simplesmente aproveitar aquele clima elegante e tranquilo que a cidade oferece. 

Mas viagem de cruzeiro é assim mesmo: o navio chega, a gente desembarca, corre para conhecer um pouquinho, tira foto, olha o relógio, corre mais um pouco... e já está na hora de voltar! E ai, a noite foi chegando e a cidade vai se iluminando ao poucos. 

Mesmo com essa passagem relâmpago, Victoria deixou aquela sensação gostosa de cidade que merece uma segunda visita, desta vez sem relógio correndo atrás da gente. 

E assim, já perto da meia-noite, o MSC Poesia seguiu de volta para Seattle, onde seria encerrada a nossa jornada pelo Alaska. 

Foram dias de geleiras, montanhas, frio, chuva, paisagens, muita diversão a bordo e, claro, muitas histórias para contar. E quando parecia que a aventura tinha chegado ao fim... a viagem ainda tinha mais um capítulo! De Seattle, parte do gurpo seguiu para Nova York e nós seguimos para Las Vegas, trocando o frio do Alaska pelas luzes e pelo calor do deserto de Nevada. Mas isso já é outra história... Quer ver o roteiro completo dessa aventura? Então continue por aqui e acompanhe toda a nossa viagem! Las Vegas e Grand Canyon - USA

O pacote do Cruzeiro MSC Poesia foi adquirido em: Lânia VIAGENS - Fone: 79 3211-9500 - Rua Riachuelo, 626. Empresarial Felipe Santana, Sala 05, Bairro São José. Aracaju–SE.

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Agosto 2026